Resíduo no ESRS E5: o dado que o cliente europeu exige
A CSRD e a norma ESRS E5 alcançam o fornecedor industrial brasileiro por cláusula contratual: só MTR e CDF por rota dão lastro ao dado de resíduo exigido.
A CSRD e a norma ESRS E5 alcançam o fornecedor industrial brasileiro por cláusula contratual: só MTR e CDF por rota dão lastro ao dado de resíduo exigido.
Armazenamento temporário conforme NBR 12235 e NBR 11174 é o elo entre gerar e destinar: baia irregular invalida MTR, CDF e toda a cadeia da coleta.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Por que a divulgação GRI 306 só se sustenta com o dado da coleta certificada: MTR e CDF por rota separam o resíduo desviado do direcionado à disposição.
A CONAMA 313/2002 obriga a indústria a declarar seus resíduos. Entenda por que o inventário só vale com lastro de coleta, MTR e CDF rastreados.
Abrasivo de jateamento gasto vira Classe I quando retém tinta antiga: como classificar por laudo e destinar com MTR, CDF e cadeia rastreada.
CVM 193/2023 adota o ISSB e o relato de sustentabilidade vira obrigação auditável. Veja por que o dado de resíduo (Scope 3 cat. 5) precisa do rigor do balanço.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Na ISO 14001:2015, a coleta certificada de resíduo é a evidência que o auditor pede em 8.1 e 9.1.2. Veja como o registro sustenta o selo e o contrato.
Resolução ANTT 5848/2019: o que o gerador de resíduo Classe I deve exigir do transporte (MOPP, ficha de emergência, rotulagem) para a coleta ser legal.