Resíduo de soldagem industrial: coleta e destinação

Resíduo de soldagem industrial: coleta e destinação

A oficina de manutenção, o pátio coberto e a pergunta que ninguém respondia

Cristiano, gerente operacional de uma planta de autopeças em São Bernardo do Campo, abriu a porta da oficina de manutenção numa segunda-feira. Sandra, gerente de meio-ambiente, estava ao lado.

O cenário era o de toda planta metal-mecânica com linha de solda. Tambores de eletrodo gasto no canto. Big Bag mal fechado com sobra de fio MIG/MAG (GMAW, Gas Metal Arc Welding). Filtro manga do sistema de captação cheio de fumos finos, daqueles que ninguém quer respirar.

E uma dúvida pesada. O sucateiro do bairro pagava bem pelo aço, mas misturava tudo. O médico do trabalho apontou exposição respiratória elevada sob NR-15 (Norma Regulamentadora 15) Anexo 13. E o cliente Volkswagen pediu rastreabilidade Scope 3 categoria 5 sob auditoria CSRD.

Cristiano e Sandra precisavam de coleta de soldagem que segregasse, rastreasse e ainda recuperasse o metal. Esse post conta como a Seven resolveu os quatro problemas, e como o caso se repete em centenas de plantas de autopeças, naval, ferroviária e caldeiraria pelo Brasil.

O que é resíduo de soldagem (sem complicar)

Resíduo de soldagem é tudo que sobra quando o operador funde metal para unir duas peças. Sobra muito, todo dia.

Tem cinco coisas misturadas no pátio. A ponta do eletrodo revestido SMAW (Shielded Metal Arc Welding) que ficou pequena demais para usar. As sobras de fio MIG/MAG cortado. O arame de TIG (GTAW, Gas Tungsten Arc Welding). A escória que se forma sobre o cordão. E o fumo metálico que o sistema de exaustão captura no filtro manga.

Cada um desses cinco fluxos tem composição, classe NBR 10004 e rota de destinação diferente. Tratar tudo como “sucata comum” custa caro em multa, saúde do operador e receita perdida.

Os 5 tipos de resíduo de soldagem na planta

O primeiro tipo é a ponta de eletrodo revestido SMAW gasto. Os códigos famosos no chão de fábrica são E6010, E6013, E7018 (baixo-hidrogênio), E308L e E316L (inox). Entre 8% e 15% do peso original do eletrodo vira ponta descartada.

O segundo é o fio MIG/MAG cortado. ER70S-6 para aço carbono, ER308L para inox, ER4043 para alumínio. Sobram pedaços, ponta de tocha gasta, bocal queimado e difusor de gás (cobre e ferro).

O terceiro é o arame TIG (GTAW), em geral menos volumoso, mas com tungstênio agregado e bocal cerâmico que vai junto.

O quarto é a escória de soldagem, a crosta cinza-marrom que solta da peça. Contém sílica, alumina, óxidos de cálcio e magnésio. E, dependendo do eletrodo, traços de cromo, níquel, chumbo e manganês.

O quinto, e mais perigoso, é o fumo captado no filtro manga, eletrofiltro ou lavador via úmida. É particulado fino respirável, com óxidos de ferro, manganês, cromo, níquel, chumbo e zinco.

Por que tudo isso é Classe I (NBR 10004)

A NBR 10004 da ABNT classifica resíduos sólidos em Classe I (perigoso), Classe IIA (não inerte) e Classe IIB (inerte).

Os fumos captados em filtro manga são Classe I quase sempre. Eles concentram metais pesados em particulado fino, e Cr VI (cromo hexavalente) entra na lista de cancerígenos ocupacionais.

A escória contaminada com cromo, níquel, chumbo ou cádmio, vinda de eletrodo inox ou baixo-hidrogênio, também cai em Classe I. Só vira IIA depois de laudo XRF (espectrometria de fluorescência de raios-X) que comprove ausência desses metais.

A sucata de fio carbono limpa pode ser IIA, mas a regra prática é: na dúvida, segrega como Classe I e analisa. O laudo XRF é o documento que muda a rota e libera receita.

O fumo de solda e a NR-15 Anexo 13

A NR-15 Anexo 13, sob o Ministério do Trabalho, trata de fumos metálicos como agente insalubre. O Anexo 12 entra na conversa quando aparecem cancerígenos como cromo hexavalente, níquel e cádmio.

Isso não é teoria. É auditoria do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) e CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) obrigatória quando há exposição comprovada.

A NR-18 Anexo 21, dedicada à soldagem, e a NR-15 reforçam que o sistema de exaustão precisa de manutenção, troca de filtro manga e destinação certificada do material captado.

Quando esse filtro vai para uma caçamba comum, a planta concentra um fluxo cancerígeno em local sem licença. Quando vai para coleta agendada Seven com MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), o passivo se transforma em rota auditada.

A receita do metal: aço, inox e alumínio

Aqui está a virada do jogo. Resíduo de soldagem bem segregado paga parte do custo da própria coleta.

Sucata de aço carbono limpa (sobra de fio MIG/MAG ER70S-6, ponta de eletrodo E6013, escória sem contaminação) tem receita ao gerador entre R$ 0,80 e R$ 1,80 por quilo. Volume baixo, recorrência alta, soma no fim do mês.

Sucata de inox (eletrodo E308L, E316L, fio ER308L, escória inox confirmada por XRF) vale muito mais. A faixa típica fica entre R$ 5,80 e R$ 22 por quilo, conforme cotação do níquel.

Sucata de alumínio (fio ER4043, ER5356, escória de processo MIG-Al) varia de R$ 4,80 a R$ 14 por quilo. Estaleiros naval e plantas aeronáuticas geram volumes que pagam parte significativa da operação.

O lado de custo fica nos fumos cancerígenos para aterro Classe I licenciado (R$ 580 a R$ 1.200 por tonelada) e na escória contaminada para coprocessamento CONAMA 499 (R$ 480 a R$ 980 por tonelada). Em planta autopeças média, o saldo líquido fica leve positivo ou neutro. Em estaleiro naval, costuma fechar positivo.

Quem precisa olhar: metal-mecânica, autopeças, naval, ferroviária

Toda planta com operação de solda gera resíduo de soldagem. A diferença é o volume e a sensibilidade do cliente.

Oficina de manutenção pequena, com 12 a 25 operadores, gera entre 85 e 180 kg de eletrodo e fio gastos por mês. Some 18 a 45 kg de escória e 25 a 65 kg de fumos captados.

Planta de autopeças de porte médio, com 250 funcionários e linha de solda robótica, salta para 480 a 1.200 kg de sucata de soldagem por mês, mais 220 a 580 kg de escória e 180 a 450 kg de fumos.

Estaleiro naval médio gera entre 1.800 e 4.500 kg por mês. Planta ferroviária (Alstom, Hyundai Rotem, Hitachi) fica entre 280 e 680 kg por mês. Planta petroquímica em parada de manutenção pode emitir 5 a 15 mil kg em uma única campanha.

No agregado, o Brasil produz entre 18 e 32 mil toneladas por ano de resíduo de soldagem industrial. É fluxo recorrente, diário, com fluxo de caixa próprio quando bem operado.

As 5 etapas da coleta Seven com recuperação

A primeira etapa é segregação na origem. A oficina recebe bombonas e Big Bag identificados por categoria. Eletrodo gasto numa, sobra de fio noutra, escória noutra, fumos captados noutra, sucata limpa noutra. Pátio coberto, piso impermeabilizado, sinalização NR-26 (Sinalização de Segurança).

A segunda é coleta agendada. A Seven pesa, identifica, emite MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos) no SINIR (Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos) e transporta com motorista habilitado em ANTT 5848 (regulamentação de transporte de produto perigoso) e curso MOPP (Movimentação Operacional de Produto Perigoso) para os lotes Classe I.

A terceira é triagem em centro credenciado CETESB. Cada lote passa por análise XRF para confirmar a composição metálica. Escória inox confirmada vai para reciclagem de inox. Escória com Cr VI vai para coproc. Fumos com cancerígeno vão para aterro Classe I.

A quarta é roteamento. Sucata de aço, inox e alumínio segue para fundição secundária com receita ao gerador. Escória contaminada vai para coprocessamento CONAMA 499 em cimenteira. Fumos cancerígenos vão para aterro Classe I com CADRI estadual válido.

A quinta é disclosure. A planta recebe CDF (Certificado de Destinação Final) rastreável, integração com RAPP (Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras), CTF/IBAMA, SINIR, e dado primário para CSRD ESRS E5 (Resource Use) e Scope 3 categoria 5. É o documento que o auditor pede.

Caso real: planta de autopeças em São Bernardo, Cristiano e Sandra

A planta tem 920 funcionários, 18 estações de solda robótica ABB IRB, 12 estações manuais e oficina de manutenção que nunca para. Em 2025 gerou 5,8 ton eletrodo SMAW gasto, 22 ton fio MIG cortado, 8,4 ton escória, 11,2 ton fumos captados (Cr VI+Mn+Ni) e 14 ton sucata.

Quatro problemas. Sucateiro local pagava bem pelo aço, mas misturava fumos com sucata limpa. Auditoria CSRD do Volkswagen cobrou Scope 3 cat 5. Médico do trabalho identificou exposição respiratória sob NR-15 Anexo 13. Escória inox seguia para sucateiro comum sem XRF, perdendo preço.

A Seven implantou Big Bag por categoria, XRF lote a lote, coleta semanal com MTR. Roteou: 5,8 ton eletrodo+22 ton MIG carbono para reciclagem secundária (R$ 26.400); escória inox para reciclagem de inox (R$ 48.200); 11,2 ton fumos para aterro Classe I; 8,4 ton escória contaminada para coproc (R$ 6.700 custo); 14 ton sucata limpa para fundição (R$ 18.200).

Resultado: R$ 86 mil/ano de economia. Sourcing Volkswagen mantido. CDP A list. EcoVadis Silver→Gold. CSRD ESRS E5 com dado primário. NR-15 em conformidade. Zero auto.

O que conecta com ESG (CSRD, EcoVadis, supply chain)

Resíduo de soldagem virou indicador ESG. Não é mais só assunto de chão de fábrica.

Auditoria CSRD (Corporate Sustainability Reporting Directive) cobra dado primário sob ESRS E5 (Resource Use). EcoVadis pontua a planta no eixo Environment a partir do volume reciclado versus descartado. SMETA, B Corp e Pacto Global usam o mesmo dado.

Volkswagen, GM, Stellantis, Toyota, Hyundai, Honda, Ford, Mercedes-Benz, Renault, Scania, Volvo, Embraer e Hyundai Rotem pedem rastreabilidade Scope 3 do supply chain desde 2023. Plantas que não entregam CDF rastreável perdem sourcing.

A coleta de resíduos industriais operada pela Seven entra como dado primário nesse relatório. Sem ele, o gerador escreve estimativa, e estimativa não passa em auditoria.

Tabela: 5 categorias de soldagem com composição, rota e receita

Categoria Processo / código típico Composição relevante Classe NBR 10004 Rota Seven Receita / custo (R$/kg ou ton)
Ponta de eletrodo revestido SMAW E6013, E7018, E308L Revestimento mineral, ferro, manganês, cromo, níquel IIA limpa; I com Cr/Ni/Pb Reciclagem secundária aço ou inox + XRF Receita R$ 0,80 a R$ 22/kg conforme metal
Sobra de fio MIG/MAG GMAW ER70S-6, ER308L, ER4043 Aço carbono, inox, alumínio + cobre da tocha IIA aço; I se contaminado Fundição secundária por metal Receita R$ 0,80 a R$ 14/kg
Arame e ponta TIG GTAW ER70S-2, ER308L, tungstênio Aço, inox, tungstênio IIA / I conforme XRF Reciclagem secundária + tungstênio especial Receita R$ 1,20 a R$ 22/kg
Escória de soldagem Banho de fusão + fluxo + revestimento Sílica, alumina, óxidos metálicos, Cr, Ni, Pb IIA limpa; I contaminada Reciclagem inox OU coproc CONAMA 499 Receita R$ 5,80/kg inox; custo R$ 480 a R$ 980/ton coproc
Fumos de soldagem captados Filtro manga, eletrofiltro, lavador Óxidos finos Fe, Mn, Cr VI, Ni, Pb, Zn, Sn I (cancerígeno Anexo 12) Aterro Classe I licenciado + CADRI Custo R$ 580 a R$ 1.200/ton
Bocal, difusor, tocha gasta Acessório MIG/TIG Cobre, latão, cerâmica IIA Reciclagem de cobre + cerâmica Receita R$ 12 a R$ 28/kg cobre
Sucata de material adicionado Aparas do componente soldado Aço, inox, alumínio conforme peça IIA / I se óleo residual Fundição secundária com XRF Receita R$ 0,80 a R$ 14/kg
Filtro manga ou cartucho exausto Mídia filtrante saturada Tecido + óxidos metálicos finos I Aterro Classe I licenciado Custo R$ 680 a R$ 1.400/ton

FAQ — Coleta de resíduo de soldagem industrial

Por que fumos captados em filtro manga são Classe I mesmo parecendo pó comum?

Porque concentram óxidos de cromo VI, níquel e manganês em particulado fino. A NBR 10004 e a NR-15 Anexo 12 enquadram cancerígenos como Classe I. Coleta agendada com MTR e aterro Classe I é obrigatória.

Como funciona o MTR e o CDF para escória de soldagem?

A Seven emite MTR no SINIR no momento da coleta. O transporte segue NBR 13221 e ANTT 5848. Após destinação, o CDF rastreável é gerado pela cimenteira ou aterro licenciado, com link no SINIR e dado para CSRD.

A NR-15 Anexo 13 obriga troca do filtro do sistema de exaustão?

Sim, indiretamente. A NR-15 fixa limite de exposição respiratória. Filtro saturado reduz captura e eleva exposição. Manutenção programada e destinação Classe I do filtro usado fecham o ciclo de conformidade.

Quanto vale a sucata de aço, inox e alumínio de soldagem segregada?

Aço carbono limpo paga R$ 0,80 a R$ 1,80 por kg. Inox confirmado em XRF paga R$ 5,80 a R$ 22 por kg. Alumínio de fio MIG-Al paga R$ 4,80 a R$ 14 por kg. A receita compensa boa parte do custo da coleta.

O gerador continua responsável depois que entrega ao sucateiro?

Sim. A Lei 6.938 art. 14 §1º fixa responsabilidade solidária ao gerador. Se o destinador for irregular, o gerador responde. CDF rastreável e licença válida do destinador são proteção jurídica essencial.

Conclusão

Resíduo de soldagem industrial não precisa virar passivo. Com segregação por categoria, laudo XRF, coleta agendada com MTR no SINIR e roteamento por composição, o pátio da oficina deixa de ser fonte de risco e passa a contribuir com receita e com dado primário para auditoria CSRD.

Cristiano e Sandra fecharam o ano com economia de R$ 86 mil, sourcing Volkswagen mantido e zero auto da CETESB. A planta deles é uma entre centenas de operações metal-mecânicas, de autopeças, naval, ferroviária e caldeiraria que enfrentam o mesmo fluxo.

Se sua oficina de manutenção convive com tambores de eletrodo gasto, Big Bag de fio MIG/MAG, escória sem destino claro ou filtro manga saturado, o caminho começa pelo diagnóstico. Solicite um diagnóstico de coleta de soldagem da sua oficina com a Seven Resíduos e veja em quais categorias seu volume gera receita e quais exigem aterro Classe I.

Links externos

Posts relacionados

Mais Postagens

TODAS AS POSTAGENS

Aclimação

Bela Vista

Bom Retiro

Brás

Cambuci

Centro

Consolação

Higienópolis

Glicério

Liberdade

Luz

Pari

República

Santa Cecília

Santa Efigênia

Vila Buarque

Brasilândia

Cachoeirinha

Casa Verde

Imirim

Jaçanã

Jardim São Paulo

Lauzane Paulista

Mandaqui

Santana

Tremembé

Tucuruvi

Vila Guilherme

Vila Gustavo

Vila Maria

Vila Medeiros

Água Branca

Bairro do Limão

Barra Funda

Alto da Lapa

Alto de Pinheiros

Butantã

Freguesia do Ó

Jaguaré

Jaraguá

Jardim Bonfiglioli

Lapa

Pacaembú

Perdizes

Perús

Pinheiros

Pirituba

Raposo Tavares

Rio Pequeno

São Domingos

Sumaré

Vila Leopoldina

Vila Sonia

Aeroporto

Água Funda

Brooklin

Campo Belo

Campo Grande

Campo Limpo

Capão Redondo

Cidade Ademar

Cidade Dutra

Cidade Jardim

Grajaú

Ibirapuera

Interlagos

Ipiranga

Itaim Bibi

Jabaquara

Jardim Ângela

Jardim América

Jardim Europa

Jardim Paulista

Jardim Paulistano

Jardim São Luiz

Jardins

Jockey Club

M'Boi Mirim

Moema

Morumbi

Parelheiros

Pedreira

Sacomã

Santo Amaro

Saúde

Socorro

Vila Andrade

Vila Mariana

Água Rasa

Anália Franco

Aricanduva

Artur Alvim

Belém

Cidade Patriarca

Cidade Tiradentes

Engenheiro Goulart

Ermelino Matarazzo

Guaianases

Itaim Paulista

Itaquera

Jardim Iguatemi

José Bonifácio

Mooca

Parque do Carmo

Parque São Lucas

Parque São Rafael

Penha

Ponte Rasa

São Mateus

São Miguel Paulista

Sapopemba

Tatuapé

Vila Carrão

Vila Curuçá

Vila Esperança

Vila Formosa

Vila Matilde

Vila Prudente

São Paulo

Campinas

Sorocaba

Roseira

Barueri

Guarulhos

Jundiaí

São Bernardo do Campo

Paulínia

Rio Grande da Serra

Limeira

São Caetano do Sul

Boituva

Itapecerica da Serra

Hortolândia

Lorena

Ribeirão Pires

Itaquaquecetuba

Valinhos

Osasco

Pindamonhangaba

Piracicaba

Rio Claro

Suzano

Taubaté

Arujá

Carapicuiba

Cerquilho

Franco da Rocha

Guaratinguetá

Itapevi

Jacareí

Mauá

Mogi das Cruzes

Monte Mor

Santa Bárbara d'Oeste

Santana de Parnaíba

Taboão da Serra

Sumaré

Bragança Paulista

Cotia

Indaiatuba

Laranjal Paulista

Nova Odessa

Santo André

Aparecida

Atibaia

Bom Jesus dos Perdões

Cabreúva

Caieiras

Cajamar

Campo Limpo Paulista

Capivari

Caçapava

Diadema

Elias Fausto

Embu das Artes

Embu-Guaçu

Ferraz de Vasconcelos

Francisco Morato

Guararema

Iracemápolis

Itatiba

Itu

Itupeva

Louveira

Mairinque

Mairiporã

Piracaia

Pirapora do Bom Jesus

Porto Feliz

Poá

Salto

Santa Isabel

São Pedro

São Roque

Tietê

Vinhedo

Várzea Paulista

Vargem Grande Paulista

Jandira

Araçariguama

Tremembé

Americana

Jarinu

Soluções ambientais A Seven oferece serviços de Acondicionamento, Caracterização, Transporte, Destinação e Emissão de CADRI para Resíduos.
Endereço: Rua Vargas, 284 Cidade Satélite Guarulhos – SP
CEP 07231-300

Tratamento de resíduos, transporte e descarte. Soluções ambientais para nossos clientes se dedicarem apenas à seus negócios.

Conte conosco
"Soluções ambientais para nossos clientes se dedicarem apenas à seus negócios"

28.194.046/0001-08 - © Seven Soluções Ambientais LTDA