O fluido hidráulico usado não vai todo pro rerrefino
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
Fluido hidráulico usado mineral, sintético e resistente ao fogo seguem rotas distintas. Veja como classificar pelo tipo e pela contaminação antes de coletar.
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
A PNRS proíbe queima a céu aberto, lançamento in natura e mistura do perigoso no comum. Veja o rol do artigo 47, a base penal e por que o atalho vira crime.
A lata de aerossol industrial “vazia” segue pressurizada e contaminada: por que ela tende a Classe I pela NBR 10004 e como destinar com cadeia documental.
A compra pública virou um filtro de fornecedor: o edital exige a comprovação de destinação certificada do resíduo. Veja o que organizar antes de habilitar.
Mandar Classe I para um aterro licenciado não basta: se o destino não cumpre a ABNT NBR 10157 ou o CADRI não cobre a corrente, o passivo volta ao gerador.
Carvão ativado saturado concentra o que reteve: solvente, fenol, metal. A classificação segue o adsorvato. Veja como caracterizar, classificar e destinar.
Resíduo Classe I sem MTR, CDF e CADRI vira prêmio maior, exclusão ou sinistro negado. Veja por que a apólice ambiental não substitui a destinação correta.
A NBR 12235 define como guardar resíduo Classe I antes da coleta: área coberta, contenção, segregação. Sem isso, o galpão vira não conformidade na auditoria.
Bombona vazia não é bombona limpa: sem tríplice lavagem comprovada, a embalagem que conteve produto químico tende a Classe I pela NBR 10004. Veja o destino.