O passivo de resíduo que aparece na due diligence da venda
Na due diligence ambiental de uma aquisição, resíduo sem classificação, MTR ou CDF vira contingência oculta que derruba o valuation. Veja como se preparar.
Na due diligence ambiental de uma aquisição, resíduo sem classificação, MTR ou CDF vira contingência oculta que derruba o valuation. Veja como se preparar.
Uma corrente de resíduo fora do inventário da CONAMA 313/2002 reaparece na renovação de licença. Veja o que o órgão cobra e como a cadeia documental prova.
O pó retido na coifa de solda concentra manganês, cromo e níquel e tende a Classe I. Conheça a classificação pela NBR 10004 e a rota de destino certificado.
Reforma do galpão gera entulho com regime CONAMA 307. Entenda por que a Classe D perigosa some na caçamba única e como a coleta certificada prova o destino.
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A NBR 13221 disciplina o transporte terrestre de resíduo: veículo, MTR, identificação. Entenda por que a responsabilidade do gerador não termina no portão.
O pó de pintura eletrostática (overspray, pó vencido, filtros de cabine) é resíduo a classificar (NBR 10004). Veja a coleta certificada que prova o destino.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.