Graxa velha de mancal e borra: o resíduo que vira passivo
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Certificado de reciclagem para meta de logística reversa só vale com lastro: cadeia documental e CDF por trás da massa. Veja quando é frágil em auditoria.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.
Quando o cliente vai à sua planta auditar a gestão de resíduos, ele cruza o pátio com o documento. Veja o que o auditor verifica e o que sustenta a visita.
Resíduo sem evidência de destino reprova a auditoria ISO 14001. Veja o que a norma exige de fato e como a cadeia documental MTR, CDF e CADRI sustenta o SGA.
Painel de comando, drive e placa obsoletos são sucata eletroeletrônica Classe I. Veja por que vender ao ferro-velho não é destinação e como provar o destino.
Cadastro de fornecedor trava quando falta a prova de destinação do resíduo. Veja o que a aba ambiental exige anexar (MTR, CDF e CADRI) e como ser aprovado.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.