CADRI coletivo ou individual: qual formato cabe na operação da sua planta
CADRI coletivo ou individual: compare correntes, destinadores, prazo e custo do CADRI e escolha o formato certo sem retrabalho na CETESB.
CADRI coletivo ou individual: compare correntes, destinadores, prazo e custo do CADRI e escolha o formato certo sem retrabalho na CETESB.
Coprocessamento de resíduos tem critérios técnicos de aceitação. Veja o que reprova sua carga no forno de cimento e quais rotas restam depois do não.
Piso, contenção, cobertura, segregação, identificação e tempo: a ordem real de checagem no armazenamento temporário de resíduos industriais.
Sem identificação de resíduos industriais, o gerador perde o direito de afirmar a classe. Veja o padrão mínimo de rótulo que sustenta laudo e MTR.
Embalagem vazia de produto químico: descarte exige CADRI, MTR e CDF. Entenda por que bombona, tambor e big bag seguem a Classe I do conteúdo.
Um litro de solvente em tambor Classe IIA gera mistura de resíduos Classe I e Classe II: a carga inteira vira perigosa e o laudo perde validade.
Erro no preenchimento do MTR quebra a rastreabilidade e trava o CDF. Veja campo a campo onde o dado diverge e como corrigir antes da auditoria.
A FISPQ descreve o produto, não o resíduo. Entenda o que ela prova, o que falta e por que só laudo e ensaio definem Classe I, IIA ou IIB.
Taxa condominial não emite MTR nem CDF. Entenda a gestão de resíduos em condomínio industrial e por que cada CNPJ responde pelo próprio resíduo.
Entenda a diferença entre CDF e CDR, qual documento cada rota de destinação gera, o que deve constar e quando exigir o certificado do destinador.