Diferença entre CDF e CDR: qual documento fecha a prova do seu resíduo
Entenda a diferença entre CDF e CDR: quem emite cada certificado, o que atestam e por que um MTR baixado não fecha a prova de destinação.
Entenda a diferença entre CDF e CDR: quem emite cada certificado, o que atestam e por que um MTR baixado não fecha a prova de destinação.
Entenda a diferença entre CDF e CDR, qual documento cada rota de destinação gera, o que deve constar e quando exigir o certificado do destinador.
Papel e papelão limpos têm destino relativamente simples: a reciclagem é técnica e economicamente viável, o mercado existe e a cadeia funciona. Mas a realidade operacional de indústrias, laboratórios, almoxarifados, gráficas e operações logísticas é outra. O papel e o papelão que saem dessas operações frequentemente estão impregnados de solventes, óleos, resinas, tintas industriais, produtos químicos e outras substâncias que tornam a reciclagem convencional impossível — técnica e legalmente.
Dois processos. Dois momentos distintos da gestão ambiental. Um erro na escolha entre eles pode transformar uma destinação correta em uma autuação da CETESB, em um embargo do IBAMA ou em uma notificação que para a operação.
Existe uma destinação que transforma passivo ambiental em combustível. Que converte o resíduo perigoso que a sua indústria não sabe como descartar em energia para um dos processos industriais mais intensivos em calor que existem. Que elimina definitivamente o material sem gerar aterro, sem acumular passivo e sem a conta pesada das multas ambientais.