Descarte de fluido de corte usado: o que o tanque da máquina realmente guarda
Descarte de fluido de corte usado exige laudo, CADRI, MTR e CDF: entenda por que a emulsão de usinagem é resíduo Classe I e qual o destino correto.
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Trocou insumo, aditivo ou banho? O laudo de classificação de resíduos antigo não prova mais nada. Veja quando exigir a reclassificação.
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DMR resíduos é prova agregada: entenda por que a declaração precisa fechar com todos os MTRs emitidos no período. Veja o que a CETESB cruza.
A FISPQ descreve o produto químico, não o resíduo gerado. Entenda o que ela prova e por que a classe I, IIA ou IIB exige laudo NBR 10004.
Cinco plantas, cinco padrões de documento? Veja como a gestão de resíduos para múltiplas unidades unifica classificação, MTR e CDF no estado de SP.
Quanto custa a coleta de resíduo Classe I? Veja os itens que formam a proposta antes do preço por tonelada e compare orçamentos com prova.
Coprocessamento de resíduos industriais, incineração ou aterro Classe I: veja os critérios de aceitação e o documento que volta ao gerador.
Descarte de terra diatomácea saturada exige laudo NBR 10004, PGRS atualizado e cadeia MTR e CDF. Veja como tratar a corrente na cervejaria.
Descarte de fluido de corte esgotado não é carga para a ETE. Entenda a classificação Classe I, o laudo NBR 10004 e a prova via MTR e CDF.