Como o auditor audita o resíduo: a ABNT NBR ISO 19011
A ABNT NBR ISO 19011 define o método do auditor: ele amostra e rastreia a evidência do MTR ao CDF e à licença. Entenda por que pasta completa ainda reprova.
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Correia e mangueira trocadas na manutenção não são “só borracha”: a contaminação por óleo ou químico muda a classe na NBR 10004. Veja como destinar certo.
A grande rede varejista exige evidência de destinação do resíduo do fornecedor. Entenda o programa de fornecedor, a auditoria e como organizar o seu rastro.
A maioria das plantas só teme o crime ambiental, mas o auto de infração sob o Decreto 6.514/2008 vem antes, é mais comum, mais rápido e traz multa e embargo.
Restos de adesivo industrial endurecido raramente são plástico inerte: base solvente, PU ou epóxi tendem a Classe I. Veja como classificar e destinar certo.
Cliente listado no ISE B3 leva a exigência ambiental até o seu resíduo. Veja por que documentação de destinação rastreável virou insumo verificável da nota.
Destinar o resíduo Classe I cobre só uma parte: gerar resíduo perigoso aciona cadastro, responsável técnico e declaração no regime do art. 37 a 41 da PNRS.
O fluido térmico drenado degrada por craqueamento e oxidação: vira resíduo Classe I, e a borra do sistema é corrente própria. Veja a rota correta do resíduo.
A due diligence de terceiros do programa de integridade passou a olhar o resíduo do fornecedor. Veja o rastro documental que o gerador precisa ter pronto.
Ter um PGRS arquivado não cumpre a Lei 12.305: o plano precisa refletir as correntes reais, estar vigente, ter responsável técnico e ser executado de fato.