Relato ISSB: o dado de resíduo com rigor de balanço
CVM 193/2023 adota o ISSB e o relato de sustentabilidade vira obrigação auditável. Veja por que o dado de resíduo (Scope 3 cat. 5) precisa do rigor do balanço.
CVM 193/2023 adota o ISSB e o relato de sustentabilidade vira obrigação auditável. Veja por que o dado de resíduo (Scope 3 cat. 5) precisa do rigor do balanço.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Na ISO 14001:2015, a coleta certificada de resíduo é a evidência que o auditor pede em 8.1 e 9.1.2. Veja como o registro sustenta o selo e o contrato.
Resolução ANTT 5848/2019: o que o gerador de resíduo Classe I deve exigir do transporte (MOPP, ficha de emergência, rotulagem) para a coleta ser legal.
Borra oleosa de fundo de tanque é resíduo Classe I com H2S, hidrocarboneto e metal. Veja a rota certificada de coleta, recuperação de óleo, MTR e CDF sem multa.
Entenda como o critério de gestão de resíduo dentro do tema Environment decide a medalha EcoVadis e por que a coleta certificada com MTR e CDF sobe o scorecard.
Catalisador exaurido de FCC e hidrotratamento é Classe I, piróforo e tem metal recuperável. Veja como coletar, inertizar e destinar com MTR, CDF e rastreio.
O IRMA exige rastreabilidade do resíduo industrial da mina. Veja como a coleta certificada com MTR e CDF sustenta o capítulo de waste e o nível auditado.
Lâmpada fluorescente, medidor e amálgama com mercúrio são Classe I sob a Convenção de Minamata. Veja a rota de coleta rastreada, MTR, CDF e retorta licenciada.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.