Lã de rocha velha do forno: o resíduo a classificar
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
Lã de rocha removida na parada de manutenção vira resíduo a classificar pela NBR 10004: limpa é Classe II, contaminada por óleo é Classe I. Conheça a rota.
Lei, contrato e ESG cobram o resíduo industrial e pedem a mesma prova por lote. Veja por que a coleta certificada e a cadeia documental respondem às três.
A NBR 13221 disciplina o transporte terrestre de resíduo: veículo, MTR, identificação. Entenda por que a responsabilidade do gerador não termina no portão.
O pó de pintura eletrostática (overspray, pó vencido, filtros de cabine) é resíduo a classificar (NBR 10004). Veja a coleta certificada que prova o destino.
A política de compras sustentáveis do cliente virou cláusula e cobra a destinação do seu resíduo: entenda como a cadeia documental por lote responde a tudo.
O óleo lubrificante usado tem regime federal próprio: CONAMA 362/2005 e 450/2012 exigem rerrefino prioritário e coleta certificada que comprova o destino.
Graxa usada, borra de graxa e estopa engraxada são resíduo oleoso Classe I. Veja por que segregar na relubrificação e provar o destino com MTR, CDF e CADRI.
Certificado de reciclagem para meta de logística reversa só vale com lastro: cadeia documental e CDF por trás da massa. Veja quando é frágil em auditoria.
No RAPP anual do IBAMA, declarar a destinação do resíduo por estimativa fica frágil. Veja como MTR, CDF e CADRI sustentam o que a empresa informa ao órgão.
Reagente vencido e sobra de análise de QC são resíduo Classe I. Veja por que a bombona única é risco e como a coleta certificada prova o destino do resíduo.