Armazenamento temporário de resíduos Classe I: quanto tempo o pátio aguenta antes de virar depósito irregular
Armazenamento temporário de resíduos Classe I tem prazo? Veja o que o fiscal olha no pátio e quando o estoque vira depósito irregular.
Blog
Armazenamento temporário de resíduos Classe I tem prazo? Veja o que o fiscal olha no pátio e quando o estoque vira depósito irregular.
Carga de resíduo recusada no destinador: veja o passo a passo documental do MTR em aberto, o retorno ao pátio e como regularizar o lote.
Coprocessamento de resíduos industriais: entenda poder calorífico, cloro, metais e umidade, e por que o forno de cimento recusa um lote.
A mistura de resíduos Classe I e Classe II reclassifica o lote todo como perigoso. Veja onde o erro aparece e como evitar a recusa de carga.
CADRI vencido não é só o de prazo expirado: se a licença do destinador cai, o certificado perde efeito. Saiba o que o gerador deve conferir.
A DMR de resíduos consolida os MTRs do período e expõe todo lote destinado sem CDF. Entenda a declaração, o papel do SIGOR/CETESB e como fechar o ano.
Divergência de peso no MTR: por que o valor declarado não bate com a balança do destinador, o efeito no CDF e como corrigir antes da auditoria.
MTR pendente é manifesto sem baixa do destinador — e sem baixa não nasce CDF. Entenda como conferir a conclusão no SIGOR e fechar sua prova.
SIGOR ou SINIR? O gerador industrial de São Paulo emite MTR no SIGOR/CETESB. Veja o que acontece quando a carga vai para o sistema errado.
FISPQ classificação de resíduo: entenda por que a ficha do produto não prova Classe I, IIA ou IIB e só o laudo NBR 10004 vale na CETESB.