CADRI troca de destinador: por que o certificado não segue para a nova unidade
Na troca de destinador, o CADRI não é transferível: o certificado da CETESB vincula gerador e unidade receptora. Entenda o que fazer antes.
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CADRI coletivo ou individual: critérios de decisão por perfil de resíduo, quando o formato coletivo trava a coleta e como calcular a taxa CETESB.
A DMR de resíduos consolida doze meses de MTR no SIGOR e expõe cada MTR sem CDF. Veja como fechar o ano sem lacuna documental.
CTF IBAMA: entenda quando a indústria precisa do Cadastro Técnico Federal além da licença da CETESB e por que a auditoria cobra o documento.
O SINIR é o sistema nacional do MTR, mas em São Paulo o manifesto corre no SIGOR/CETESB. Entenda a diferença e emita o MTR no sistema certo.
Renovação de licença de operação CETESB trava por documento faltando. Veja o dossiê de resíduos — CADRI, MTR, CDF e PGRS — que precisa estar íntegro.
Coleta feita e CDF sem prazo? Entenda o certificado de destinação final, a baixa do MTR no SIGOR e como cobrar a prova documental.
CADRI coletivo ou individual? Compare por correntes, destinadores e volume e escolha o formato certo antes de protocolar na CETESB.
CADRI vencido e resíduo Classe I acumulado no pátio? Veja o roteiro de regularização junto à CETESB e o custo de continuar estocando.
DMR de resíduos: entenda o que a declaração consolida, como ela se apoia nos MTR emitidos e o que a CETESB cobra do gerador industrial.