Resíduo Classe I parado na portaria: a ficha que falta
Sem FDSR e rótulo conformes na origem, a coleta de resíduo Classe I não embarca. Entenda a NBR 16725 e como a destinação certificada exige a ficha certa.
Sem FDSR e rótulo conformes na origem, a coleta de resíduo Classe I não embarca. Entenda a NBR 16725 e como a destinação certificada exige a ficha certa.
Lama de retífica é finos de metal, óleo e abrasivo: a classe sai por laudo, não por presunção. Veja rotas via cadeia licenciada e destinação rastreada.
CONAMA 264/1999 licencia o forno de clínquer para coprocessamento. Sem a licença da cimenteira e o CDF do coprocessador por carga, a rota não tem lastro.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
Na auditoria TfS de campo, o resíduo é critério pontuado: o auditor confere a destinação no pátio e no arquivo, e só MTR e CDF por rota sustentam.
Solvente usado e borra de fundo (still bottom) da recuperação por destilação são Classe I por laudo: veja quando vira perigoso e como destinar com prova.
Convenção de Roterdã e o PIC controlam o químico perigoso; quando ele vence vira resíduo Classe I e exige coleta, MTR e CDF com lastro rastreável.
Banho de fosfatização exausto e lodo de fosfato concentram metal e óleo. Veja quando vira Classe I por laudo e como destinar com prova rastreada.
Armazenamento temporário conforme NBR 12235 e NBR 11174 é o elo entre gerar e destinar: baia irregular invalida MTR, CDF e toda a cadeia da coleta.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.