Resíduos de escritório dentro de uma indústria: são sempre Classe II-B?

A pergunta chegou durante uma fiscalização da CETESB em uma indústria química de grande porte no interior de São Paulo. O fiscal pediu o PGRS. O documento existia, estava bem elaborado, contemplava todos os resíduos do processo produtivo — solventes, lamas de processo, EPIs contaminados, efluentes. Mas havia uma lacuna evidente: os resíduos de escritório gerados nas áreas administrativas da planta simplesmente não apareciam no plano.

Descarte de pilhas e baterias: o que diz a lei e quais são as penalidades para quem descumpre

Toda empresa que gera ou manipula pilhas e baterias usadas no Brasil está sujeita a uma legislação ambiental rígida, com penalidades que vão de multas milionárias à responsabilização criminal dos gestores.