Armazenamento de resíduos: o elo que invalida a coleta
Armazenamento temporário conforme NBR 12235 e NBR 11174 é o elo entre gerar e destinar: baia irregular invalida MTR, CDF e toda a cadeia da coleta.
Armazenamento temporário conforme NBR 12235 e NBR 11174 é o elo entre gerar e destinar: baia irregular invalida MTR, CDF e toda a cadeia da coleta.
Lodo de ETE industrial desaguado em filtro-prensa: entenda quando a torta vira Classe I por laudo e como destinar com MTR, CDF e prova rastreada.
Por que a divulgação GRI 306 só se sustenta com o dado da coleta certificada: MTR e CDF por rota separam o resíduo desviado do direcionado à disposição.
A CONAMA 313/2002 obriga a indústria a declarar seus resíduos. Entenda por que o inventário só vale com lastro de coleta, MTR e CDF rastreados.
Abrasivo de jateamento gasto vira Classe I quando retém tinta antiga: como classificar por laudo e destinar com MTR, CDF e cadeia rastreada.
Resina de troca iônica e carvão ativado esgotados do tratamento de água viram Classe I quando retêm metal ou orgânico. Veja laudo, rota e cadeia documental.
Na ISO 14001:2015, a coleta certificada de resíduo é a evidência que o auditor pede em 8.1 e 9.1.2. Veja como o registro sustenta o selo e o contrato.
SPL Spent Pot Lining é Classe I por cianeto, fluoreto e reatividade com água. Veja segregação, rotas licenciadas e a coleta rastreada da Seven Resíduos.
Refratário gasto de fim de campanha: quando é Classe IIA, quando é Classe I por Cr VI, rotas de reuso e destinação certificada com MTR, CDF e CADRI rastreáveis.
O selo de água AWS trava a certificação quando o lodo de ETE e o resíduo de ETA não têm cadeia documental rastreável. Veja como organizar a evidência.