Coprocessamento sem prova: o que a CONAMA 264 exige
CONAMA 264/1999 licencia o forno de clínquer para coprocessamento. Sem a licença da cimenteira e o CDF do coprocessador por carga, a rota não tem lastro.
CONAMA 264/1999 licencia o forno de clínquer para coprocessamento. Sem a licença da cimenteira e o CDF do coprocessador por carga, a rota não tem lastro.
Meta SBTi validada puxa o Scope 3 categoria 5: o resíduo industrial entra pela rota, e só MTR e CDF por destinação sustentam a redução reportada.
O Decreto 10.936/2022 regulamenta a PNRS e transforma princípio em dever operacional do gerador: PGRS executado, hierarquia e lastro documental em MTR e CDF.
Cinza de caldeira de biomassa e carvão: por que a cinza vira Classe I, o laudo que decide a classe e como destinar com MTR, CDF e rastreio comprovado.
Na auditoria TfS de campo, o resíduo é critério pontuado: o auditor confere a destinação no pátio e no arquivo, e só MTR e CDF por rota sustentam.
Solvente usado e borra de fundo (still bottom) da recuperação por destilação são Classe I por laudo: veja quando vira perigoso e como destinar com prova.
No CDP Supply Chain, o resíduo entra no Scope 3 e no módulo de água e move a nota D→A; só MTR e CDF por rota sustentam a resposta do fornecedor industrial.
Convenção de Roterdã e o PIC controlam o químico perigoso; quando ele vence vira resíduo Classe I e exige coleta, MTR e CDF com lastro rastreável.
Banho de fosfatização exausto e lodo de fosfato concentram metal e óleo. Veja quando vira Classe I por laudo e como destinar com prova rastreada.
A CSRD e a norma ESRS E5 alcançam o fornecedor industrial brasileiro por cláusula contratual: só MTR e CDF por rota dão lastro ao dado de resíduo exigido.