Bateria industrial usada: CONAMA 401 e a prova do destino
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Bateria industrial usada é resíduo Classe I sob a CONAMA 401/2008. Veja por que o valor do chumbo não dispensa a prova de destinação com MTR, CDF e CADRI.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Quando o cliente puxa sua planta para o CDP, a seção de resíduos exige dado por lote. Sem CDF que comprove a rota, o score cai. Veja como a coleta sustenta.
Lixiviação e solubilização decidem se o resíduo é Classe I, II A ou II B. Veja por que a classe presumida não sustenta a rota nem a destinação certificada.
O filtro de óleo trocado na manutenção retém óleo impregnado: é resíduo Classe I, não sucata. Veja por que e como provar o destino com cadeia certificada.
“Destinação sustentável” e “zero aterro” sem lastro por lote viram greenwashing. Entenda como MTR, CDF e CADRI substanciam a alegação ambiental do resíduo.
Amostra mal coletada invalida o laudo do resíduo. Veja como a NBR 10007 sustenta a classificação e por que a coleta certificada depende dessa base técnica.
A borra da caixa separadora água-óleo é resíduo Classe I. Veja por que separar não é tratar e como a coleta certificada prova o destino e fecha o passivo.
Destinar resíduo errado pode ser crime ambiental (Lei 9.605) e infração administrativa (Decreto 6.514). Veja como a coleta certificada prova a conformidade.
Telha de fibrocimento amianto removida do galpão é resíduo perigoso Classe I e banido no Brasil. Veja por que e como a coleta certificada prova o destino.