Graxa usada na fábrica: como coletar Classe I com rastreio

Graxa usada na fábrica: como coletar Classe I com rastreio

Quando a graxa usada vira passivo Classe I dentro da siderurgia

Imagine uma siderúrgica integrada no eixo siderúrgico brasileiro, com laminação a quente, trens de acabamento e centenas de pontos de lubrificação em rolos, mancais, redutores e cilindros hidráulicos. O gerente de manutenção e a área de meio ambiente recebem, em um mesmo trimestre, três sinais convergentes que recolocam a graxa usada no topo da lista de riscos.

O primeiro é o vencimento próximo do CADRI (Certificado de Autorização para Destinação de Resíduo Industrial) cobrindo lubrificantes e graxas usadas — sem ele, a continuidade da coleta vira passivo. O segundo é a inclusão da graxa contaminada no escopo de auditoria de cliente OEM automotivo Tier 1, com requisito de Scope 3 categoria 5 (emissões de resíduos da cadeia) com dado primário. O terceiro é a cobrança de inventário de resíduos perigosos por banco de fomento para liberar a próxima tranche de capex.

Siderúrgicas integradas desse perfil tipicamente geram entre dezenas e algumas centenas de toneladas/ano de graxa usada (Classe I, código ABNT NBR 10.004 compatível com K048-K052 da listagem de referência), além de óleo lubrificante usado ou contaminado — OLUC. O fluxo costuma sair misturado com estopas, panos contaminados e embalagens, dificultando a rastreabilidade e o cálculo do fator de emissão.

Sem MTR (Manifesto de Transporte de Resíduo) rastreável por carga e CDF (Certificado de Destinação Final) emitido por destinador licenciado, a planta fica exposta a autuação por crime ambiental (Lei 9.605 art. 54), perda de pontos em auditoria EcoVadis ou SMETA e bloqueio de pleitos junto a bancos com critério ESG.

O que é graxa industrial e por que ela é diferente do OLUC

Graxa é um lubrificante semi-sólido. Diferente do óleo, ela tem três ingredientes principais: óleo base (60 a 85%), um espessante metálico ou sintético (8 a 25%) e aditivos de desempenho (3 a 10%).

O espessante é o que muda tudo. Ele pode ser sabão metálico de lítio, cálcio, alumínio, bário ou sódio. Pode também ser sintético, como poliureia, ou mineral, como argila bentonita.

Esse espessante é exatamente o que impede a graxa de seguir o mesmo caminho do OLUC. O óleo lubrificante usado contaminado tem um circuito nacional regulado pela Resolução CONAMA 362, com programa estruturado de re-refino. A graxa, por causa do espessante, não entra nesse circuito.

Quando alguém despeja graxa no tambor de OLUC, contamina o lote inteiro e compromete o re-refino. Por isso o primeiro passo de qualquer planta com operação mecânica é separar os dois fluxos na origem, como detalha o post sobre coleta certificada do filtro de óleo Classe I.

As 5 categorias de graxa usada que aparecem em uma planta industrial

A graxa não é um produto único. Em uma siderurgia, mineração ou cimenteira, ela aparece em pelo menos cinco categorias operacionais distintas, cada uma com composição e periodicidade de troca diferentes.

A primeira é a graxa de rolamento, em motores elétricos, ventiladores, bombas e compressores. Tem sabão de lítio ou cálcio, óleo mineral e aditivos EP (Extreme Pressure) e AW (Anti-Wear). Trocada a cada 4.000 a 15.000 horas.

A segunda é a graxa de redutor, cardan e caixa de engrenagem. Complexo de lítio ou poliureia sintética, com grafita ou bissulfeto de molibdênio (MoS2) para carga pesada. Sai contaminada com partícula de aço e ferro.

A terceira sai do SLC (Sistema de Lubrificação Centralizado), que purga graxa em fluxo contínuo. A quarta lubrifica corrente, cremalheira e engrenagem aberta, comum em mineração e cimento. A quinta é a de manutenção pesada de chassis, suspensão e bomba submersa.

Por que essa graxa quase sempre é Classe I (perigosa)

A NBR 10004 da ABNT é a norma que classifica resíduos sólidos no Brasil. Ela usa três caixas: Classe I (perigoso), Classe IIA (não inerte) e Classe IIB (inerte).

Uma graxa nova é praticamente inerte. O problema é o que ela acumula em operação. Cada hora rodando, o rolamento, o redutor e a engrenagem soltam micropartículas de cromo, chumbo, cobre, zinco, níquel e cádmio.

Esses metais ficam presos no espessante. Um laudo XRF de uma graxa de redutor de laminador costuma mostrar cromo e chumbo acima do limite do Anexo F da NBR 10004. Aí entra a regra: passou do limite, é Classe I.

A regra prática que a equipe Seven aplica em planta é simples: 80% ou mais da graxa industrial usada classifica como Classe I por padrão. Só vira IIA quando é graxa vegetal alimentícia H1 NSF, sem contaminação metálica medida.

Quem quer entender em paralelo como a coleta de resíduo de soldagem também classifica por metal pesado, vai encontrar a mesma lógica.

A NR-15 Anexo 13 e a poeira metálica liberada na troca de graxa

Tem um ponto que poucos relatórios mencionam: o trabalhador que faz a relubrificação está exposto.

Quando o lubrificador purga graxa velha do SLC ou abre o carter de um redutor, parte do espessante seca e libera poeira metálica fina. Essa poeira contém os mesmos cromo, chumbo e níquel que ficaram presos lá dentro.

A NR-15 Anexo 13 lista atividades insalubres com agentes químicos. A NR-9 PGR exige avaliar essa exposição. A NR-26 obriga sinalizar recipientes de resíduo perigoso.

Na siderurgia capixaba, o médico do trabalho identificou exposição respiratória elevada na sala de troca do SLC. Solução: segregar o recipiente, instalar exaustão e treinar a equipe.

A imagem que ilustra este post mostra um operador usando pistola engraxadeira em colheitadeira. A rotina é igual à da siderurgia: o lubrificador aproxima a graxeira do ponto e pressiona. Mineração, cimento, papel: muda o equipamento, a rotina com grease gun é idêntica e a exposição respiratória também.

Coproc CONAMA 499 ou aterro Classe I com CADRI: qual rota cabe na graxa

Definida a Classe I, existem duas rotas principais para destinação certificada. Cada uma serve a um perfil de graxa diferente, e quem decide qual usar é o laudo, não a intuição.

A primeira é o coproc. A Resolução CONAMA 499 regula o coprocessamento em fornos de cimento. A graxa tem poder calorífico entre 35 e 42 MJ/kg, o que equivale ao pet coque que a cimenteira usa como combustível. Por isso, cimenteira credenciada CONAMA 499 processou volumes grandes de graxa que veio da Seven em 2025.

A segunda é o aterro Classe I com CADRI (Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos Industriais), emitido pelo órgão estadual. Essa rota é obrigatória quando o laudo mostra cromo VI, chumbo ou cádmio acima do limite que a cimenteira aceita queimar.

Há ainda uma terceira via, ainda emergente no Brasil: a reciclagem mecânica que separa óleo base e espessante de graxas sintéticas específicas. Hoje é caso a caso, com parceiros pontuais, sem mercado consolidado. Para a maioria das plantas, coproc e aterro respondem por mais de 95% do volume.

Por que segregar graxa de OLUC na origem é inegociável

Misturar os dois fluxos é o erro mais caro do pátio de manutenção. Contamina o re-refino do OLUC (lote pode ser recusado), esconde o passivo Classe I da graxa no volume de óleo (falseia o inventário CONAMA 313) e dificulta o roteamento (destinador não sabe se manda coproc ou aterro).

a área de meio ambiente instituiu regra simples no pátio sul: recipiente preto para grease, azul para OLUC, sinalização NR-26 visível, pátio coberto e impermeabilizado. Trapos com graxa entram no recipiente da graxa, nunca no de OLUC.

A regra parece óbvia, mas muitas plantas ainda usam caçamba comum para os dois. Custo médio R$ 8-25 por quilo, sem MTR, sem CDF, com risco de multa R$ 280 mil-580 mil. A conferência da licença do destinador é passo crítico: licença vencida = responsabilidade solidária.

Quem precisa olhar com atenção: mineração, siderurgia, cimento e automotivo

Toda planta com operação mecânica gera graxa. Alguns setores concentram volume: mineração 18-58 ton/ano (80 caminhões+12 pás+SLC), siderurgia 38-95 ton, cimento e papel em volumes médios, alimentos+naval+ferroviária em volumes menores.

Clientes finais que pedem rastreabilidade Scope 3 cat 5 incluem grande grupo industrial brasileiro, siderúrgicas integradas brasileiras, grande grupo industrial brasileiro, OEMs siderúrgicas e automotivas brasileiras, grande grupo industrial brasileiro, grande grupo industrial brasileiro, grandes fabricantes brasileiros de bens de consumo e fabricante global de alimentos. Quem fornece a esses nomes apresenta CDF (Certificado de Destinação Final) por categoria.

O post sobre Apple Supplier Code Clean Energy explica o mesmo mecanismo para eletrônica.

As 5 etapas que a Seven aplica para coletar graxa industrial

A operação Seven em planta com fluxo de graxa segue cinco etapas, todas rastreáveis.

Etapa 1: segregação na origem. Recipiente identificado “Graxa usada — Classe I”, separado do tambor de OLUC, em pátio coberto e sinalizado NR-26.

Etapa 2: laudo XRF inicial em lote representativo. Laboratório credenciado ABNT NBR ISO/IEC 17025 mede teor de metal pesado e define rota (coproc ou aterro Classe I).

Etapa 3: coleta agendada. Seven pesa, identifica, emite MTR no SINIR (Sistema Nacional de Informações) e transporta com ANTT 5848 e MOPP (Movimentação Operacional Produto Perigoso) quando aditivo clorado é detectado.

Etapa 4: roteamento por classe. Graxa com poder calorífico alto vai para cimenteira credenciada CONAMA 499; com cromo VI ou chumbo acima do limite, aterro Classe I com CADRI; vegetal IIA vai para reuso interno ou compostagem CONAMA 481.

Etapa 5: disclosure. CDF rastreável por categoria, integração CSRD ESRS E5 e CDP Climate Scope 3 categoria 5. O post sobre Lei 15.042 SBCE detalha como esse disclosure entra no mercado regulado de carbono BR.

Como uma siderúrgica similar fecha o ciclo da graxa em 12 meses

Em siderúrgicas integradas que adotam o protocolo com a Seven, o desenho típico de implementação cobre graxa usada, OLUC, estopas/panos contaminados e embalagens de lubrificante em um ciclo de cerca de 12 meses, com marcos trimestrais sincronizados com paradas de manutenção.

No primeiro trimestre, a Seven coleta os fluxos com transporte regularizado (ANTT/MOPP), emite MTR e CDF por carga e estrutura sourcing de destinador licenciado — coprocessamento em cimenteira para graxa e estopas, re-refino para OLUC quando aplicável via destinador certificado, neutralização físico-química para borras. Em paralelo, monta-se o inventário primário de resíduos perigosos conforme NBR 10.004, com fator de emissão por fluxo segundo GHG Protocol Scope 3 cat. 5.

Nos trimestres seguintes, é comum observar rastreabilidade próxima de 100% dos fluxos via MTR/CDF (partindo de bases típicas de 20-40%), diversion from landfill acima de 85% e fechamento das não conformidades apontadas em auditoria de cliente OEM ou plataforma ESG. Plantas similares costumam reportar evolução de rating EcoVadis ao longo de 12-18 meses, alinhamento com SMETA Pilar Environment e respostas mais robustas em CDP Climate Change.

Do ponto de vista financeiro e reputacional, o protocolo reduz o risco de autuação por crime ambiental (Lei 9.605 art. 54) — penalidades em casos análogos costumam alcançar centenas de milhares de reais — e sustenta o sourcing recorrente para OEMs automotivas, máquinas agrícolas e energia. O custo do programa tipicamente fica em fração de uma única parada de manutenção da planta.

O que conecta a graxa com ESG, CSRD e o SBCE 2027

Há cinco anos, ninguém pedia rastreabilidade de graxa. Hoje, qualquer cliente europeu sujeito à CSRD pede.

A CSRD é a diretiva europeia de relatório de sustentabilidade. Dentro dela, o ESRS E5 trata de uso de recursos e economia circular, e o ESRS E2 trata de poluição. Os dois cobrem destinação de resíduo industrial.

No Brasil, a Lei 15.042 de 2024 criou o SBCE. Em 2027 entram as obrigações de monitoramento. A baseline 2025-2026 que a área de meio ambiente reportou será comparada com o desempenho dos próximos anos.

Quem ainda olha graxa como “óleo velho” perde a janela. O post sobre pá de turbina eólica em fim de vida mostra a mesma lógica em outro fluxo.

Tabela: 5 categorias de graxa, aplicação, composição e rota Seven

Categoria Aplicação típica Composição relevante Classe NBR 10004 Rota da cadeia certificada Setor BR
Graxa de rolamento Motor elétrico, ventilador, bomba, compressor Sabão de lítio ou cálcio + óleo mineral + aditivos EP/AW Classe I (Cr, Pb, Cu de desgaste) Cimenteira credenciada CONAMA 499 para coproc Siderurgia, mineração, papel, alimentos
Graxa de redutor e cardan Caixa de engrenagem, redutor planetário, cardan pesado Complexo de lítio ou poliureia + grafita + MoS2 Classe I (Fe, Cr, Ni de engrenagem) Cimenteira credenciada CONAMA 499 para coproc Siderurgia, mineração, cimento
Graxa de SLC Articulação, pino, cabeçote, sistema lubrificação centralizado Lítio-cálcio + sintética + EP + anti-corrosão Classe I (purga contínua, metal misto) Cimenteira credenciada CONAMA 499 + aterro Classe I CADRI quando cromo VI alto Siderurgia, cimento, automotivo
Graxa de corrente e cremalheira Engrenagem aberta, corrente de transporte, cremalheira Sintética alta carga + grafita + MoS2 + PTFE + adesivo Classe I (poeira de mineração + metal) Aterro Classe I CADRI quando contaminada com Cr VI ou Pb Mineração, cimento, papel
Graxa de manutenção pesada Chassi, suspensão, bomba submersa, frota interna Sintética + poliureia + anti-corrosão + água-repelente Classe I (Cu, Zn, Pb de chassi e mancal) Cimenteira credenciada CONAMA 499 para coproc Mineração, ferroviária, naval
Graxa alimentícia H1 NSF Linha de envase, lubrificação grau alimentar Óleo branco USP + espessante alumínio complex Classe IIA quando sem contaminação medida Reuso interno se viável ou compostagem CONAMA 481 Alimentos, bebidas, farmacêutica
Graxa de equipamento pesado mineração Pá-carregadeira, escavadeira, britador primário Sintética alta carga + grafita + MoS2 + EP Classe I (Cr, Pb, As de minério aderente) Aterro Classe I CADRI Mineração
Resíduo de manutenção (trapo + estopa) Limpeza de equipamento, troca de filtro Tecido contaminado com graxa + óleo Classe I (mesmo grupo da graxa) Cimenteira credenciada CONAMA 499 para coproc Todos os setores

FAQ — Coleta de graxa lubrificante industrial usada

Quem precisa fazer coleta certificada de graxa Classe I?

Qualquer planta com operação mecânica. Quando há metal pesado de desgaste (cromo, chumbo, cobre, zinco) no laudo XRF, a graxa é Classe I pela NBR 10004 e exige MTR, CDF e destinador licenciado pelo órgão estadual.

Graxa usada e OLUC podem ir no mesmo tambor?

Não. O OLUC tem re-refino regulado pela CONAMA 362; a graxa, com espessante metálico, segue para coproc ou aterro Classe I. Misturar contamina o óleo e falseia o inventário. Tambor separado, sinalização NR-26 e laudo XRF próprio.

A troca de graxa expõe o lubrificador a risco respiratório?

Sim. A NR-15 Anexo 13 lista atividades insalubres químicas; a NR-9 PGR exige avaliar exposição. Na purga do SLC o espessante seca e libera poeira metálica fina com cromo e chumbo. Exige exaustão local, EPI e treinamento NR-26.

O MTR e o CDF da graxa são iguais aos de outro resíduo Classe I?

Sim. O MTR é emitido no SINIR identificando gerador, transportador, destinador e classe NBR 10004. O CDF é emitido pelo destinador final após coproc CONAMA 499 ou aterro CADRI. Ambos obrigatórios, arquivados cinco anos.

Quando a graxa vai para coproc e quando vai para aterro?

O laudo XRF decide. Poder calorífico 35-42 MJ/kg + metal dentro do limite da cimenteira → coproc CONAMA 499 substituindo pet coque. Cromo VI, chumbo ou cádmio acima do limite → aterro Classe I com CADRI estadual.

Conclusão

Graxa não é óleo velho. É resíduo Classe I escondido em tambores pretos com cromo, chumbo e cobre acumulados em milhares de horas de operação. Tratada como OLUC, contamina o re-refino e expõe o lubrificador.

A coleta certificada começa na segregação, passa por laudo XRF, MTR no SINIR, transporte ANTT 5848 e roteamento por classe (coproc CONAMA 499 ou aterro Classe I CADRI), terminando em CDF rastreável integrado a ESRS E5, CDP e baseline SBCE.

Solicite um diagnóstico de coleta de graxa da sua planta com a equipe Seven.

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