A montadora cobra a prova de destino do seu resíduo
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
No programa de fornecedor automotivo, ter o certificado ISO 14001 não basta: a auditoria de segunda parte pede o rastro documental do resíduo por corrente.
A PNRS proíbe queima a céu aberto, lançamento in natura e mistura do perigoso no comum. Veja o rol do artigo 47, a base penal e por que o atalho vira crime.
A lata de aerossol industrial “vazia” segue pressurizada e contaminada: por que ela tende a Classe I pela NBR 10004 e como destinar com cadeia documental.
Resíduo Classe I sem MTR, CDF e CADRI vira prêmio maior, exclusão ou sinistro negado. Veja por que a apólice ambiental não substitui a destinação correta.
Lâmpada fluorescente queimada contém mercúrio e é resíduo Classe I. Entenda por que manter o tubo íntegro e como a coleta certificada prova o destino final.
Telha de fibrocimento amianto removida do galpão é resíduo perigoso Classe I e banido no Brasil. Veja por que e como a coleta certificada prova o destino.
Na auditoria TfS de campo, o resíduo é critério pontuado: o auditor confere a destinação no pátio e no arquivo, e só MTR e CDF por rota sustentam.
A CONAMA 313/2002 obriga a indústria a declarar seus resíduos. Entenda por que o inventário só vale com lastro de coleta, MTR e CDF rastreados.
Toner e cartucho usados são Classe I na fábrica. Veja como organizar coleta, devolver ao fabricante (HP, Canon, Epson) e recuperar receita com MTR rastreado.
Antes de assinar contrato de coleta de resíduos industriais, audite a licença ambiental do destinador. Veja o passo a passo da destinação certificada.