Dross de aluminio: classificacao e destinacao correta

O aluminio e seus residuos: o que a industria precisa saber O alumínio é o metal não ferroso mais consumido no mundo. No Brasil, a indústria de fundição de alumínio abastece principalmente o setor automotivo (blocos de motor, caixas de câmbio, rodas), aeroespacial e de construção civil. Em São Paulo, dezenas de fundições secundárias — … Ler mais

Residuos de curtume: classificacao e destinacao correta

Por que os residuos de curtume preocupam tanto os orgaos ambientais O Brasil é o quarto maior produtor mundial de couro. A indústria curtidora movimenta bilhões por ano — e gera um dos efluxos de resíduos mais complexos da cadeia produtiva nacional. A preocupação dos órgãos ambientais não é sem razão: o curtimento ao cromo … Ler mais

Catalisadores gastos: classificacao NBR 10004 e destinacao

O que são catalisadores gastos e por que preocupam Catalisadores são substâncias que aceleram reações químicas sem serem consumidas na reação. Na indústria, porém, eles se desativam com o tempo por envenenamento, sinterização ou deposição de coque — e precisam ser trocados. Quando saem do processo, carregam metais pesados e compostos orgânicos adsorvidos que os … Ler mais

Areia de fundicao usada: classificacao, reuso e destinacao

Areia de fundição usada: o resíduo industrial que pode ser reaproveitado — com condições Fundições, metalúrgicas e indústrias de autopecas que utilizam processos de moldagem em areia geram, em média, 1 tonelada de areia usada para cada tonelada de metal fundido. Em São Paulo, o setor de fundição é responsável por centenas de milhares de … Ler mais

Lodo de ETE industrial: classificacao, destinacao e PGRS

Lodo de ETE industrial: o resíduo que muitas empresas não sabem como classificar Toda indústria que trata seus efluentes líquidos internamente opera uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). E toda ETE gera lodo — a fração sólida resultante dos processos de sedimentação, flotação, coagulação/floculação ou digestão biológica. O problema: diferentemente dos resíduos sólidos do … Ler mais

Coprocessamento e crédito de carbono: o que o gerador de resíduos precisa saber sobre esse mercado

Em dezembro de 2024, o presidente Lula sancionou a Lei Federal nº 15.042, que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa — o SBCE. O Brasil ingressou formalmente no grupo de países com mercado regulado de carbono. E uma pergunta que estava latente nas áreas de sustentabilidade e gestão ambiental de empresas industriais ganhou urgência imediata: o coprocessamento dos nossos resíduos gera crédito de carbono para nós, geradores?
A resposta curta é: depende. A resposta precisa é mais longa — e mais importante do que a maioria dos gestores imagina.

Coprocessamento em cimenteiras: como o resíduo industrial vira insumo e o que isso exige do gerador

Existe um momento preciso em que o resíduo industrial deixa de ser um problema e passa a ser um recurso. Esse momento tem nome, tem endereço e tem temperatura: chama-se coprocessamento, acontece dentro dos fornos rotativos das cimenteiras e ocorre a mais de 1.400 graus Celsius.

Valorização de resíduos industriais: como transformar resíduo em receita

Valorização de resíduos industriais: como transformar resíduo em receita e reduzir custos Nem todo resíduo industrial custa dinheiro — alguns geram receita. A valorização de resíduos é reconhecida pela Lei 12.305/2010 (PNRS) como a destinação ambientalmente preferível, antes da disposição final: resíduos que podem ser reaproveitados, reciclados, coprocessados ou comercializados devem ser tratados assim antes … Ler mais

Resíduos de impressão gráfica: tintas, solventes e substratos contaminados sob a NBR 10004

O fiscal da CETESB chegou à gráfica durante o segundo turno. A produção estava em plena atividade — máquinas offset rodando, flexografia em operação, equipe de limpeza de cilindros ao fundo. No pátio externo, dois tambores de solvente sujo aguardavam destinação sem identificação, sem manifesto de transporte e sem empresa licenciada para coletá-los. Ao lado, uma caçamba com panos impregnados de tinta misturados com papel de embalagem e restos de substrato. Dentro da empresa, nenhum PGRS atualizado. A autuação foi imediata. O custo, em multa e adequação compulsória, superou em muito o que teria custado estruturar a gestão desde o início.