O que é o FDSR e em quais situações ele é documento obrigatório

O caminhão saiu do pátio industrial com quatro tambores de resíduo químico perigoso. Tinha MTR. Tinha motorista com habilitação adequada. Tinha empresa transportadora licenciada. O que não tinha era o FDSR — a Ficha com Dados de Segurança de Resíduos. Quando a fiscalização abordou o veículo na rodovia, o transportador não conseguiu apresentar as informações de emergência exigidas para aquele tipo de carga. O gerador foi autuado. O transporte foi interrompido. O resíduo retornou ao pátio. A cadeia toda parou — por ausência de um documento que é exigido por norma e que muitos gestores ainda tratam como detalhe burocrático.

Como Montar o Plano de Coleta Interna de Resíduos dentro de uma Indústria sem Violar a NR-25

Existe um erro silencioso que compromete indústrias de todos os portes no Brasil. Ele não aparece no balanço financeiro, não acende alertas no ERP e raramente é discutido nas reuniões de diretoria. Esse erro tem nome: ausência de um plano estruturado de coleta de resíduos internos. E quando a fiscalização da CETESB ou do IBAMA chega sem aviso, é exatamente essa lacuna que transforma um dia comum em uma crise de proporções legais e financeiras.

Agulhas e lâminas usadas na manutenção industrial: o descarte que ninguém fala

Existe um resíduo dentro de praticamente toda planta industrial do Brasil que vai parar no lixo comum todos os dias. Não por má intenção — por desconhecimento. É a lâmina de estilete trocada na manutenção do corte de materiais. É a agulha de pistola pneumática de graxa descartada depois de um serviço de lubrificação. É o bisturi descartável usado no ambulatório para limpeza de ferida do operador. É o prego enferrujado retirado de uma estrutura durante uma reforma e jogado na caçamba com entulho.