Resíduos Classe I e Classe II: entenda a diferença e por que a classificação errada pode custar caro
Toda empresa que gera resíduos no Brasil carrega uma obrigação legal que começa muito antes do descarte: classificar corretamente o que produz.
Toda empresa que gera resíduos no Brasil carrega uma obrigação legal que começa muito antes do descarte: classificar corretamente o que produz.
Existe um documento que muitas empresas desconhecem até o momento em que a fiscalização bate à porta.
Toda semana, toneladas de resíduos saem pelos portões de indústrias brasileiras sem a classificação correta. Entre esses materiais, o mix contaminado industrial ocupa um lugar de destaque e de risco.
Existe uma pergunta que os órgãos ambientais fazem cada vez com mais frequência durante fiscalizações: a sua empresa sabe exatamente o que está causando ao meio ambiente? A resposta honesta, para a maioria das indústrias brasileiras, ainda é não. E é exatamente aí que o LAIA entra.
Toda semana, toneladas de EPI chegam ao fim de sua vida útil dentro de fábricas, canteiros de obras, laboratórios e unidades de saúde em todo o Brasil.
Toda empresa que gera resíduos no Brasil tem uma obrigação legal que muitos gestores ainda subestimam: elaborar e manter atualizado o PGRS.
No universo da gestão de resíduos e segurança química, dois documentos frequentemente geram confusão entre gestores ambientais e responsáveis técnicos: FDSR vs FISPQ.
A escolha de uma empresa de serviço de resíduos classe I adequada é determinante para empresas que geram materiais perigosos. Os resíduos classe I, caracterizados por suas propriedades nocivas ao meio ambiente e à saúde humana, exigem tratamento especializado que somente uma empresa de serviço de resíduos classe I qualificada pode oferecer.
A gestão adequada de resíduos industriais tornou-se uma das principais preocupações do setor produtivo brasileiro. Nesse contexto, uma empresa de serviço de resíduos industriais desempenha papel fundamental ao oferecer soluções especializadas que garantem o cumprimento da legislação ambiental e a destinação correta dos materiais descartados pelas indústrias.
O mercado brasileiro de gestão de resíduos movimentou cerca de 28 bilhões de reais em 2019 e projeta crescimento de 50% nos próximos anos, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos cada vez mais rigorosa, contratar uma empresa de serviço de resíduos qualificada deixou de ser opcional para se tornar questão de conformidade legal e responsabilidade corporativa.