Emissões Atmosféricas Industriais: PCA, PAM e Parâmetros CETESB

Chaminés industriais emitindo fumaça com poluição atmosférica ao fundo

Emissões atmosféricas industriais: por que a CETESB está cada vez mais rigorosa Chaminés, caldeiras, fornos, cabines de pintura, moinhos e processos de combustão são fontes de emissões atmosféricas que a CETESB monitora com crescente rigor em São Paulo. O estado concentra uma das maiores densidades industriais do Brasil e enfrenta problemas crônicos de qualidade do … Ler mais

Resíduos de Tintas e Solventes: Classificação e Destinação em SP

Por que a indústria de tintas gera um dos resíduos industriais mais complexos A fabricação e aplicação industrial de tintas, vernizes, lacas e solventes gera uma variedade de resíduos que desafiam o gestor ambiental: solventes orgânicos puros ou contaminados, lodos de ETE carregados com metais pesados e COVs, borras de tinta com pigmentos metálicos (cromo, … Ler mais

Renovação da Licença de Operação CETESB: Prazo e Erros Comuns

A renovação da LO não é automática — e o prazo importa A Licença de Operação (LO) emitida pela CETESB tem prazo de validade definido — geralmente de 4 a 10 anos, dependendo do porte e do potencial poluidor da atividade. Quando esse prazo se esgota sem a renovação devidamente protocolada, a empresa entra em … Ler mais

Licenciamento Ambiental: Municipal ou Estadual em SP?

Três esferas, uma empresa: como funciona a repartição de competência ambiental Uma das dúvidas mais frequentes entre gestores ambientais e empresários em São Paulo é: minha empresa precisa de licença da CETESB ou da Prefeitura? A resposta depende do porte do empreendimento, do tipo de atividade e, crucialmente, do município onde a empresa está instalada. … Ler mais

Coprocessamento e crédito de carbono: o que o gerador de resíduos precisa saber sobre esse mercado

Em dezembro de 2024, o presidente Lula sancionou a Lei Federal nº 15.042, que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa — o SBCE. O Brasil ingressou formalmente no grupo de países com mercado regulado de carbono. E uma pergunta que estava latente nas áreas de sustentabilidade e gestão ambiental de empresas industriais ganhou urgência imediata: o coprocessamento dos nossos resíduos gera crédito de carbono para nós, geradores?
A resposta curta é: depende. A resposta precisa é mais longa — e mais importante do que a maioria dos gestores imagina.

Coleta diferenciada de resíduos Classe I: o que a Resolução ANTT 5.998/2022 exige do veículo e do motorista

Todo mês, em alguma planta industrial do Brasil, um resíduo perigoso é carregado num veículo que não deveria estar fazendo aquele serviço. Às vezes o motorista não tem o certificado exigido. Às vezes o caminhão não tem a sinalização correta. Às vezes não há o conjunto de equipamentos de emergência a bordo. E na esmagadora maioria dos casos, o responsável pela fiscalização ambiental que vai pagar o preço não é o transportador — é a empresa que gerou o resíduo e contratou o serviço.

Resíduos de construção Classe A: o que pode ser reutilizado e o que precisa de aterro licenciado

A caçamba saiu da obra. O entulho foi embora. O problema está resolvido.
Essa lógica, comum em canteiros de todos os portes, é a origem de um dos passivos ambientais mais frequentes da construção civil brasileira. Porque o problema não está resolvido — ele foi apenas transferido. E quando a destinação é inadequada, a responsabilidade legal permanece integralmente sobre quem gerou o resíduo, não sobre quem o transportou.

Coprocessamento em cimenteiras: como o resíduo industrial vira insumo e o que isso exige do gerador

Existe um momento preciso em que o resíduo industrial deixa de ser um problema e passa a ser um recurso. Esse momento tem nome, tem endereço e tem temperatura: chama-se coprocessamento, acontece dentro dos fornos rotativos das cimenteiras e ocorre a mais de 1.400 graus Celsius.