Resíduos de serviços de tatuagem e piercing: grupo, acondicionamento e coleta obrigatória

A agulha usada acaba na caixinha amarela. A luva vai no saco branco leitoso. A tinta sobressalente, descartada com o restante do resíduo infectante. Esse é o protocolo correto. Mas em boa parte dos estúdios brasileiros, a realidade é diferente: a agulha vai no lixo comum, o saco plástico não tem a cor certa e o PGRSS nunca foi elaborado. O resultado é resíduos de tatuagem e piercing descartados como lixo doméstico, com potencial de transmissão de HIV, hepatite B e hepatite C sendo transportado nos caminhões de coleta urbana junto com embalagens de alimentos.

O que é passivo ambiental e como resíduos mal gerenciados constroem um dentro da sua empresa

A empresa funciona há anos. Paga impostos, cumpre obrigações trabalhistas, mantém o CNPJ ativo. Mas em algum lugar da operação — nos tambores sem identificação no fundo do galpão, nas notas fiscais de descarte que nunca chegaram, no PGRS desatualizado guardado numa pasta que ninguém abre — um passivo ambiental foi sendo construído silenciosamente. Tijolo por tijolo. Resíduo por resíduo. Sem que ninguém dentro da empresa tenha percebido o tamanho do problema que estava crescendo.

Resíduos de borras oleosas em oficinas mecânicas: Classe I, documentação e erros que geram interdição

A oficina estava funcionando normalmente. Troca de óleo, manutenção de motor, substituição de filtros. No fim do dia, as estopas sujas, os filtros usados e o fundo escuro do recipiente de drenagem foram descartados junto com o lixo comum. Três semanas depois, um fiscal da CETESB chegou com auto de infração, embargo das atividades e o início de um processo que consumiu meses e dezenas de milhares de reais. O motivo: resíduos de borras oleosas tratados como se fossem resíduo doméstico.

Licença ambiental para posto de combustível: exigências CETESB

Licença ambiental para posto de combustível: exigências CETESB e CONAMA 273 Postos de combustível são atividades de potencial poluidor alto no licenciamento ambiental paulista — e uma das categorias que mais geram processos de remediação de solo e águas subterrâneas no Brasil. A Resolução CONAMA 273/2000 estabelece os requisitos federais para o licenciamento de postos … Ler mais

Licença para transportadora de resíduos: como obter na CETESB

Licença para transportadora de resíduos: como obter na CETESB em SP Empresas de coleta e transporte de resíduos em São Paulo precisam de licença ambiental da CETESB para operar regularmente — além do CADRI, que é um documento separado e complementar. A confusão entre os dois é frequente: muitas transportadoras operam com CADRI ativo mas … Ler mais