O que é resíduo perfurocortante

Existe uma classe de resíduo que machuca antes mesmo de ser descartada de forma errada. Não metaforicamente — de forma literal e imediata. O resíduo perfurocortante é o único tipo de resíduo capaz de ferir quem o manuseia no exato momento do descarte inadequado, transmitir patógenos por contato direto com sangue ou secreções e contaminar o meio ambiente de maneira silenciosa e progressiva.

Agulhas, bisturis e lâminas: o protocolo de descarte de perfurocortantes que toda clínica é obrigada a seguir

Toda semana, em consultórios médicos, odontológicos, laboratórios e clínicas de estética espalhados pelo Brasil, toneladas de agulhas usadas, lâminas de bisturi e lancetas são geradas. Boa parte delas vai para onde não deveria: caixas inadequadas, sacos de lixo comuns ou, em casos mais graves, direto para o sistema de coleta municipal. O problema não é estético. É uma infração sanitária com consequências graves — e a legislação brasileira não deixa margem para dúvida sobre isso.

Resíduos infectantes no centro cirúrgico: classificação, segregação e o que a RDC 222 exige na prática

O centro cirúrgico é, por definição, um ambiente de alto risco biológico. Cada procedimento realizado entre aquelas paredes gera uma quantidade expressiva de materiais contaminados — gazes saturadas de sangue, campos cirúrgicos, cateteres, peças anatômicas, frascos com fluidos corpóreos, instrumentais descartáveis. Todo esse material tem um nome técnico preciso, uma classificação legal obrigatória e um destino que não pode ser improvisado: são os resíduos infectantes.

Quais resíduos são obrigatoriamente destinados à incineração no Brasil

Existe uma pergunta que gestores de saúde, responsáveis técnicos de indústrias e coordenadores ambientais de laboratórios deveriam saber responder antes de assinar qualquer contrato de destinação de resíduos: quais materiais gerados pela minha operação não podem, sob hipótese alguma, seguir outro caminho que não a incineração?

Resíduos de amálgama odontológico: o que clínicas e consultórios precisam fazer por lei

Há um passivo ambiental silencioso escondido no ralo de centenas de consultórios odontológicos no Brasil. Ele não tem cheiro, não tem cor visível e, na maior parte das vezes, não é tratado com a seriedade que merece. Chama-se amálgama dentário — e o descarte inadequado desse material representa uma infração sanitária, um crime ambiental e um risco concreto à saúde pública.

Resíduos Industriais e de Serviços de Saúde: o que sua empresa precisa saber para evitar multas e passivos ambientais

Toda empresa gera resíduos. Mas nem toda empresa sabe que o modo como esses resíduos são gerenciados pode representar a diferença entre a operação regular e uma autuação milionária. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) impõe obrigações claras tanto para indústrias quanto para estabelecimentos de saúde — e o desconhecimento da … Ler mais

O que é o POP ambiental e por que ele reduz acidentes e passivos na sua operação

A maioria das autuações ambientais que chegam ao IBAMA e à CETESB não nasce de sabotagem nem de descaso declarado. Elas nascem de um documento que não existe, está desatualizado ou foi elaborado de forma genérica demais para ter qualquer utilidade prática. Esse documento é o POP ambiental — e sua ausência custa muito mais do que sua elaboração.

RDC ANVISA 222/2018: O Marco Regulatório que Redefiniu a Gestão de Resíduos de Saúde

A conformidade com as normas sanitárias é o pilar de sustentação para qualquer estabelecimento que preste serviços de assistência à saúde no Brasil. O principal instrumento balizador deste setor é a RDC ANVISA 222/2018, um regulamento técnico que estabelece as diretrizes nacionais para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS). Esta RDC surgiu para unificar procedimentos e garantir que o descarte de materiais biológicos, químicos e perfurocortantes não comprometa a saúde pública nem a integridade do ecossistema. Na Seven Resíduos, compreendemos que a cultura de uma empresa é o conjunto de valores e práticas que definem como os desafios são enfrentados. Por isso, nossa abordagem técnica para atender aos requisitos da RDC é pautada na excelência e no esforço coletivo.

Resolução CONAMA 358: O Marco Regulatório da Saúde e o Rigor da Gestão Ambiental

A gestão de resíduos no Brasil é regida por normas que buscam, acima de tudo, a preservação da saúde pública e a integridade do meio ambiente. Entre as diretrizes mais importantes para o setor de serviços de saúde, destaca-se a CONAMA 358.

CTR: o documento que protege hospitais e clínicas quando a vigilância sanitária chega

A fiscalização da vigilância sanitária não avisa antes de bater à porta. Ela chega, solicita documentos, inspeciona procedimentos e, se encontrar irregularidades no gerenciamento de resíduos de saúde, aplica penalidades que vão de multas expressivas até a interdição total do estabelecimento. Nesse momento, um documento concentra boa parte da defesa do gestor: o CTR — Certificado de Tratamento de Resíduos.