Resíduos de galvanoplastia: classificação, toxicidade e cadeia documental obrigatória

O auditor da CETESB entra na galvânica com uma lista de verificação. Ele quer saber o que acontece com os banhos exauridos, o lodo do sistema de tratamento, os resíduos de cianeto e os compostos cromados gerados no processo. O gestor apresenta contratos de coleta. O auditor pergunta pelo Laudo NBR 10004. O gestor não tem. Pergunta pelo CADRI. Não tem. Pergunta pelo FDSR que deveria acompanhar o transporte do último mês. Não tem.

Resíduos infectantes Grupo A5: o que são príons, por que exigem incineração e quem gera esse resíduo

A autoclave destruiu as bactérias. Destruiu os vírus. Destruiu os fungos. Mas não destruiu o príon. O material foi reprocessado seguindo o protocolo padrão de esterilização, reembalado, esterilizado de novo, e o príon ainda estava lá — inerte à temperatura, ao vapor, à pressão, à radiação ultravioleta. Dois pacientes submetidos a procedimentos neurocirúrgicos subsequentes com aqueles instrumentos adoeceram. Anos depois, o mesmo instrumento testado em chimpanzés produziu o mesmo resultado. A infectividade do príon resistiu a tudo o que a esterilização convencional tinha a oferecer.

Gestão de resíduos no setor farmacêutico

Gestão de resíduos no setor farmacêutico: o que a ANVISA e a PNRS exigem da sua empresa O setor farmacêutico gera resíduos que vão muito além de embalagens e papéis. Medicamentos vencidos, matérias-primas fora de especificação, solventes de síntese, reagentes de laboratório e embalagens primárias contaminadas são resíduos com características perigosas — e o seu … Ler mais

Como o SINIR e o SIGOR se comunicam e o que isso significa para empresas de SP

O gestor ambiental de uma indústria paulista emite o MTR no SIGOR, o resíduo sai do pátio, chega ao destinador, e o ciclo parece encerrado. Semanas depois, chega a notificação da CETESB: o destinador não deu aceite no sistema dentro do prazo. A movimentação está inconsistente. A empresa está em infração.

ABNT NBR 10004: classificação de resíduos industriais

ABNT NBR 10004: o guia prático para classificar resíduos industriais Classificar resíduos incorretamente é um dos erros mais frequentes — e mais caros — de empresas industriais. Chamar de “Classe II” um resíduo que a ABNT NBR 10004 enquadra como Classe I (Perigoso) invalida o MTR, torna o PGRS não conforme e expõe o gerador … Ler mais

Resíduos de tintas base solvente versus base água: classificações diferentes e destinos distintos

O almoxarifado de uma construtora tem, prateleira por prateleira, sobras de dois tipos de tinta: latas de esmalte sintético com solvente orgânico e baldes de tinta acrílica à base d’água. Ambos os produtos cumpriram sua função. Ambos estão parcialmente utilizados. E ambos precisam ser descartados quando a obra termina.