Gestão Resíduos Industriais Limeira Piracicaba SP: Guia

Gestão de resíduos industriais em Limeira e Piracicaba: galvânica, sucroalcooleiro, químico, duas agências CETESB, custos e vantagem logística de Paulínia.

Descarte de Resíduos Perigosos São Carlos: Guia SP

Descarte de resíduos perigosos São Carlos: rotas por código NBR 10004, custo R$/kg, CADRI, CDF e destinação final licenciada para USP, UFSCar e indústria.

Decreto 12.688/2025: logistica reversa embalagens plasticas

O que é o Decreto 12.688/2025 e por que importa para a industria Em 21 de outubro de 2025, o Governo Federal publicou o Decreto nº 12.688, regulamentando os artigos 32 e 33 da Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) especificamente para embalagens de plástico. O decreto institui o Sistema de Logística Reversa … Ler mais

Coleta diferenciada de resíduos Classe I: o que a Resolução ANTT 5.998/2022 exige do veículo e do motorista

Todo mês, em alguma planta industrial do Brasil, um resíduo perigoso é carregado num veículo que não deveria estar fazendo aquele serviço. Às vezes o motorista não tem o certificado exigido. Às vezes o caminhão não tem a sinalização correta. Às vezes não há o conjunto de equipamentos de emergência a bordo. E na esmagadora maioria dos casos, o responsável pela fiscalização ambiental que vai pagar o preço não é o transportador — é a empresa que gerou o resíduo e contratou o serviço.

Resíduos de construção Classe A: o que pode ser reutilizado e o que precisa de aterro licenciado

A caçamba saiu da obra. O entulho foi embora. O problema está resolvido.
Essa lógica, comum em canteiros de todos os portes, é a origem de um dos passivos ambientais mais frequentes da construção civil brasileira. Porque o problema não está resolvido — ele foi apenas transferido. E quando a destinação é inadequada, a responsabilidade legal permanece integralmente sobre quem gerou o resíduo, não sobre quem o transportou.

Coprocessamento em cimenteiras: como o resíduo industrial vira insumo e o que isso exige do gerador

Existe um momento preciso em que o resíduo industrial deixa de ser um problema e passa a ser um recurso. Esse momento tem nome, tem endereço e tem temperatura: chama-se coprocessamento, acontece dentro dos fornos rotativos das cimenteiras e ocorre a mais de 1.400 graus Celsius.