Carta de Anuência: quando sua empresa precisa deste documento para transportar resíduos perigosos
Existe um documento que muitas empresas desconhecem até o momento em que a fiscalização bate à porta.
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Existe um documento que muitas empresas desconhecem até o momento em que a fiscalização bate à porta.
Toda semana, toneladas de resíduos saem pelos portões de indústrias brasileiras sem a classificação correta. Entre esses materiais, o mix contaminado industrial ocupa um lugar de destaque e de risco.
Toda empresa que gera, transporta ou destina resíduos no Brasil carrega sobre si uma obrigação legal que não pode ser ignorada. A DMR – Declaração de Movimentação de Resíduos é o documento que comprova ao poder público como sua organização lida com os resíduos produzidos ao longo de suas operações.
Toda empresa que gera resíduos, opera com substâncias perigosas ou desenvolve atividades com potencial de impacto ao meio ambiente está sujeita a um processo que poucos gestores conhecem com a profundidade necessária: a auditoria ambiental.
A gestão de resíduos sólidos no Estado de São Paulo deixou de ser um processo burocrático baseado em papel para se tornar um fluxo digital rastreável em tempo real.
Todo dia, clínicas, hospitais, laboratórios e consultórios odontológicos geram toneladas de material descartado. Mas o que muitos gestores ainda não sabem e pagam caro por isso é que nem todo lixo hospitalar é igual
Toda empresa que opera em território paulista convive com uma pergunta que parece simples, mas carrega peso jurídico e financeiro considerável: minha atividade precisa de licença ambiental?
Toda indústria que utiliza água em seus processos produtivos gera, inevitavelmente, resíduos líquidos contaminados. Esse material tem nome, tem legislação específica e tem um caminho obrigatório a percorrer antes de chegar a qualquer corpo hídrico.
Existe uma pergunta que os órgãos ambientais fazem cada vez com mais frequência durante fiscalizações: a sua empresa sabe exatamente o que está causando ao meio ambiente? A resposta honesta, para a maioria das indústrias brasileiras, ainda é não. E é exatamente aí que o LAIA entra.
Toda empresa que gera ou manipula pilhas e baterias usadas no Brasil está sujeita a uma legislação ambiental rígida, com penalidades que vão de multas milionárias à responsabilização criminal dos gestores.