Fluido de corte e óleo de usinagem: como classificar e para onde mandar

Toda planta industrial que opera torneamento, fresamento, furação ou retificação conhece bem o fluido de corte. Ele está presente em praticamente todas as operações de usinagem do país — lubrificando ferramentas, dissipando calor, prolongando a vida útil de brocas e fresas. O que a maioria dos gestores ainda não sabe com clareza é o que fazer com esse material quando ele deixa de servir ao processo.

PGRSS em clínicas de hemodiálise: estrutura mínima exigida e documentos obrigatórios

A fiscalização da Vigilância Sanitária chega sem aviso. O auditor pede o PGRSS. O gestor abre a gaveta, entrega um documento elaborado há quatro anos, com o nome de outro responsável técnico e sem qualquer referência à RDC ANVISA nº 222/2018. O resultado é previsível: autuação, prazo de adequação e, a depender do histórico do estabelecimento, risco de interdição parcial das atividades.

Incineração de animais mortos em estabelecimentos veterinários: o que a legislação exige

O óbito acontece durante uma cirurgia de emergência. O tutor está em choque. O médico-veterinário precisa comunicar a perda, registrar o atestado de óbito e, em seguida, tomar uma decisão que a maioria dos estabelecimentos veterinários ainda trata com descaso: o que fazer com o corpo do animal.

Resíduos de construção em reformas hospitalares: PGRCC ou PGRSS — qual plano se aplica

Uma construtora vence a licitação para reformar uma ala de oncologia. Paredes são derrubadas, pisos substituídos, tubulações trocadas. No meio do canteiro, entulho se acumula lado a lado com restos de materiais que tiveram contato com ambientes de alto risco biológico. A obra termina. Os resíduos de construção são despachados como entulho comum. Semanas depois, chega a autuação da CETESB.

CTR vencido: o que acontece com a empresa geradora quando o destino final não é comprovado

CTR — Certificado de Transporte de Resíduos — é o documento emitido pelo transportador que comprova que a carga foi movimentada dentro das exigências legais. Mas o CTR não encerra a responsabilidade do gerador. Ele é apenas um elo de uma cadeia que só se fecha com a emissão do CDF, o Certificado de Destinação Final. Quando o CTR está vencido, ausente ou quando o destino final simplesmente não é comprovado, quem responde não é apenas o transportador. É a empresa que gerou o resíduo.

AMLURB: O Cadastro Obrigatório que Toda Empresa em São Paulo Precisa Conhecer

Existe uma obrigação legal que passa despercebida em centenas de empresas paulistanas todos os anos. Não é uma exigência nova. Não está escondida em algum decreto obscuro. Está ali, publicada, fiscalizada e, para quem ignora, acompanhada de multa. O nome é AMLURB — e se a sua empresa tem CNPJ ativo no município de São Paulo, este artigo foi escrito para você.

O MTR é obrigatório para sua empresa? Entenda tudo sobre o Manifesto de Transporte de Resíduos

Toda remessa de resíduo que sai da sua empresa sem o documento correto é uma infração ambiental em curso. Não importa o porte da operação, o setor de atuação ou a quantidade de material gerado. Se o resíduo se enquadra nas categorias previstas pela legislação federal e você ainda não emite o MTR, sua empresa está exposta a multas que chegam a R$ 50 milhões, suspensão de licenças e responsabilização criminal dos gestores.

MTR vs CTR: Qual Documento Usar para Transporte de Resíduos

Toda vez que um resíduo sai de uma empresa — seja uma indústria química, um hospital, um laboratório ou uma construtora — ele deixa um rastro documental obrigatório. Esse rastro tem nome: MTR CTR. Dois documentos que geram mais confusão do que deveriam entre gestores ambientais, coordenadores de HSE e diretores operacionais no Brasil. A consequência dessa confusão vai de multas administrativas a responsabilização criminal. Entender a diferença entre MTR CTR não é detalhe burocrático. É obrigação legal.